Quem sou eu

Minha foto
**Olinda Caetano Garcia** é advogada com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Direitos Humanos, Direito Social e Imobiliário. Reconhecida por sua atuação ética e combativa, dedica-se a promover a justiça social e a defesa dos direitos fundamentais. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em litígios e no assessoramento jurídico especializado, além de atuar em causas que envolvem o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades. Com sólida formação e habilidades em negociação e gestão de conflitos, Olinda alia conhecimento técnico a uma visão humanista, buscando soluções jurídicas que contribuam para um ambiente mais justo e inclusivo.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Na vida pessoal ou profissional: Sintonia é a solução.




Nem sempre a simpatia une as pessoas, e isso sempre é um fator conflitante nas relações humanas, e quando isso ocorre no ambiente de trabalho, objeto deste artigo, se torna muito grave pela quase obrigatoriedade de convivência diária, em que a cordialidade deve ser mantida, o relacionamento entre a equipe e o seu responsável deve caminhar bem para que não comprometa o resultado do trabalho.

Importante é saber que tais ranhuras no relacionamento, com um determinado integrante da equipe podem ser amenizadas, quando não resolvidas.

Gestores necessitam motivar suas equipes e profissionais e mesmo aqueles com os quais não se afinam podem adotar uma postura receptiva para que o desafeto não prejudique ou comprometa o resultado do trabalho ou o trabalho em equipe e para isso deve tomar algumas atitudes.

Pensar antes de Agir: Normalmente, aquilo que nos incomoda diz mais a respeito de nós mesmo do que a respeito do outro. O primeiro olhar é para si mesmo.
Assim o gestor deve perguntar para si mesmo se o seu comportamento é que está gerando aquela situação ou se é possível uma outra atitude que possa contornar/resolver aquele sentimento de desconforto. Sábias são as palavras que nos aconselham a aguardar pelo menos algumas horas ou deixar para o outro dia as soluções que comprometam a equipe.

Passe mais tempo com a pessoa: Esse tempo carrega em si a oportunidade de conhecer melhor a pessoa integrante de sua equipe. Uma das maneiras mais eficientes são os convites para um almoço ou um café. Se o sentimento for de grande desconforto, ou se sentir que é artificial convide mais uma pessoa, isso ameniza o desconforto. Compreenda que muitas vezes o desconforto gerado pode ser causado por traços de personalidade como a timidez, medo ou insegurança, e a proximidade pode fazer que compreenda as atitudes ou hábitos.

Saiba da biografia dessa pessoa: Não mais importante que conhecer os pontos fortes e fracos da equipe, importante é conhecer a biografia dos integrantes da equipe, seus sonhos, suas expectativas, as percepções da vida e seus anseios.
Lembre-se que o sentimento de pertencimento é uma necessidade de todos nós, todas as pessoas tem essa necessidade de sentir o pertencer ao grupo em que está inserido. Esse sentimento une a equipe em torno do objetivo e dá um sentimento de valor e reconhecimento que expande em todos os níveis sejam pessoais ou profissionais.

Objetividade/Assertividade: Independente do porquê sentir-se desconfortável com um integrante da equipe é importante que nunca avance a linha da relação pessoal. Converse objetivamente com o integrante da equipe que lhe causa o desconforto, expondo os motivos do desconforto e também o esclarecendo sobre as expectativas a seu respeito, saber o que se espera de nós é muito importante, pois muitas vezes as dúvidas são os impeditivos para que sejam gerados os resultados. O feedback é um instrumento de grande valia quando queremos alcançar a excelência.

Ameaças? Nem pensar: Cuide para que o tom de voz seja agregador de valor e não de crítica. Atitudes ameaçadoras comprometem o trabalho em equipe e interferem nas ações dos demais integrantes da equipe.
Positividade: Ser positivo não significa ignorar deficiências, mas sim enfrentá-las com energia motivadora, significa reconhecer as contribuições de cada integrante da equipe, independente do sentimento de desconforto, trata-se de racionalizar os resultados e mensurá-los.

A questão deve ser enfrentada: Imaturidade é o não enfrentamento de uma questão que necessita de solução e se essa questão está relacionada com o desconforto causado por um integrante da equipe há que ser enfrentada considerando-se a pessoa e todos os pontos acima mencionados.
Bom, também, é desenvolver no caso a empatia, que é a qualidade/habilidade de sentir o outro e sentir-se na relação profissional.
Também, deve ter em si a certeza de que a falta de iniciativa com relação à questão pode ser entendida como falta de iniciativa, insegurança, falta de habilidade e até desinteresse.

Importa deixar claro que para tudo há solução e as soluções devem ser buscadas dentro da própria equipe e que quando alguém se predispõe na busca de soluções estas surgem, que a receptividade, a empatia, o compartilhamento e a cordialidade são qualidades indispensáveis para o deslinde de qualquer situação seja na esfera profissional ou pessoal.

O coaching é um processo que através de ferramentas e perguntas poderosas podem ajudar a desenvolver equipes coesas e comprometidas uns com os outros na busca do objetivo e resultados que a empresa estabelece em sua missão.

Olinda Caetano Garcia
Coach e Palestrante

Nenhum comentário:

O Life Coaching: Uma Jornada de Potencial e Realização

O life coaching é um processo transformador e profundamente pessoal, ancorado em fundamentos científicos da psicologia positiva, neurociên...