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**Olinda Caetano Garcia** é advogada com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Direitos Humanos, Direito Social e Imobiliário. Reconhecida por sua atuação ética e combativa, dedica-se a promover a justiça social e a defesa dos direitos fundamentais. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em litígios e no assessoramento jurídico especializado, além de atuar em causas que envolvem o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades. Com sólida formação e habilidades em negociação e gestão de conflitos, Olinda alia conhecimento técnico a uma visão humanista, buscando soluções jurídicas que contribuam para um ambiente mais justo e inclusivo.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Essencialidade




O que se pretende registrar aqui é a essencialidade do momento político decisivo que vivemos. Por óbvio, vive-se à mercê de inúmeras e confusas informações que transbordam nas diversas mídias, diariamente, causando inconformáveis e justificáveis manifestações de desacordo e desconforto. Assim, imperioso retornar ao essencial para definir os parâmetros de atuação que se deseja para o futuro.
Pode até parecer incoerente, mas a distinção entre legal e legítimo se faz imprescindível. A afirmativa que toda a lei é legal, mas, nem toda a lei é legítima, soa aos nossos ouvidos como um jargão, no entanto, carrega em si uma carga de responsabilidade que traz a necessidade de um posicionamento.
Pois a legitimidade somente pode ser alcançada quando a sua fonte é legítima.
Portanto, a lei é legítima quando deriva de sua fonte primária, qual seja, o Povo, ao povo interessa leis justas que lhe garantam os direitos fundamentais de vida, liberdade e segurança, entre outros. Do povo emergem as ideias e as exigências diárias para o bem-estar.
As estatísticas demonstram e a história nos confirma que atravessamos uma época de conflitos internos e externos, tais conflitos são externalizados por novos paradigmas de bem viver, reconhecido está que cada ser é parte do meio, portanto, colocar-se de lado e não pertencer ao meio está fora de questão.
Época de grandes mudanças, e anseios advindos de todas as regiões de nosso País, nem pensar que “o gigante adormeceu”, os anseios do Povo permanecem latentes na busca de uma sociedade justa e solidária, e as ações do povo brasileiro refletem esse ideal de solidariedade.
Do Povo surgem os fatores reais de mudanças necessárias para forjar, e aqui no sentido de moldar, a legislação condizente com o Brasil que se busca.
O poder de legislar é outorgado pelo Povo, e somente ao Povo cabe escolher os seus representantes para atuar nos órgãos legislativos e serão estes legítimos a partir do instante em que autorizados pelo Povo possam refletir em seus atos a voz daqueles que os elegeram.
Valorizar o poder de escolha é essencial, reconhecer a competência para essa escolha é imprescindível. Em suma, o Povo é o próprio legislador.
Observe-se que a lei deve ser cumprida por todos, e principalmente, por aqueles que receberão a incumbência de confeccioná-las, o que deverá ocorrer de acordo com os processos fixados na Constituição Federal, e estas tem como destinatário cada cidadão brasileiro, sem exceção, incluindo aqueles que a elaboraram.
As leis que são impostas, vindas de cima para baixo, repousam na ilegitimidade e uma vez que estas se impõem acima de qualquer vontade do Povo, o resultado é violência. Pense nisso! Se há abusos paira a violência. A ordem abraça as livres opiniões, o nascimento de ideias. A ordem social que repousa na justiça não faz par com a prepotência do poder da força. O Poder é advindo do consenso popular e a Força é instrumento de coação quando não legitimado pelo Povo.
Para finalizar necessário valorizar-se como parte do todo, reconhecendo a sua individualidade, e saber que reside em cada um de nós, e aí me incluo, o direito de escolha.
Olinda Caetano Garcia
Advogada-Coach e Palestrante
(2014)

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Liberte-se a cada dia para viver melhor



Creio que você já tenha ouvido ou lido que você é a média das cinco pessoas com as quais convive. E, creio que se ouviu isso, deve ter-se perguntado em que são semelhantes.

Pois bem, tenho ouvido constantemente palestrantes e lido também que se quisermos saber a nosso respeito devemos observar o nosso redor, e as pessoas com as quais convivemos.

E, observando o nosso ambiente podemos imaginar a vida que vivemos, os sonhos que deixamos para lá, as vontades transformadas em vontades alheias, e o pior que se deixou de fazer muita coisa em função dessa forma de pensar que te nos une a esse círculo.

Bom, uma das coisas que observamos é que nem sempre quem está ao nosso lado torce por aquilo que queremos e que nos faz feliz.

Pior, ainda, é observar que se elas (as pessoas) não prosperam, se são frustradas, desanimadas isso se propaga e nos contagia, e quando queremos nos elevar, sair do círculo, nos puxam para baixo para que possamos ficar no mesmo nível.

Desanimadas ou sem impulso para subir se contentam em sua zona de conforto, porém, querem que fiquemos ali estagnados juntamente com elas.

Por isso, ao observarmos uma situação dessas, a solução é desligar-se, não precisa ser fisicamente, mas desligar-se e procurar os meios que nos proporcionam a elevação necessária para granjear o lugar que se aspira.

Perder tempo! Jamais!

Todo o tempo de vida deverá ser utilizado para gerar valor para a humanidade, o senso de utilidade é uma necessidade humana, assim, procurar os meios que nos proporcionam a aproximação com pessoas promissoras, prósperas, companheiras, é vital, e para isso assistam-se palestras, façam-se leituras instigantes, cursos de aprimoramento, participação em comunidades que tenham o mesmo objetivo.

Apenas soltar-se para viver o melhor e a natureza se encarregará de trazer as maravilhas e o reconhecimento reservados àqueles que deixam um legado à humanidade e são felizes.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Motivação e Pressão: qual a diferença?



Discernimento é uma coisa fantástica.

Sabendo-se discernir todos ganham.

Vejamos a questão chamada motivação.

Nos dias atuais às vésperas da campanha política para vereadores, quiçá novos, e a eleição de um novo prefeito para nossa cidade a motivação está em pauta. Mas preciso é saber discernir a motivação da pressão, pois há muita confusão nesse contexto.

Como você sabe que está motivado? Vamos lá, responda a pergunta. Ah, tenho certeza que lembra com alegria os motivos que o levaram até aquele ponto, sim, alegria para trabalhar, para estudar, para viver.

Mas, não é só isso, a motivação traz mais uma diferencial, que está justamente na formação da própria palavra, isto é, um motivo para ação.

Sim, se você está motivado com a sua campanha, você tem um motivo para agir, você tem uma meta, você tem estratégia, você tem impulso, nada o desanimará.

Agora, se você está sentindo preocupação, com estresse, com cansaço, com tensão significa que há pressão que algo o oprime e deprime. Isso significa também que os resultados estão comprometidos, que a sua saúde está comprometida, que o trabalho que realiza deixa de ser motivo de alegria para ser um fardo a ser carregado.

Essa é a diferença entre a motivação e a pressão. A pressão sempre parte de outros por imposição,
enquanto a motivação parte de algo que acreditamos, parte do incentivo muitas vezes de outros e  de motivos que nos beneficiam e aos demais.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Verbalizar

Verbalizar é dizer, externar algo.

Muito mais que dizer é fazer-se entender desse algo verbalizado.

Ato de comando é a verbalização de um sentimento ou pensamento. 

Leia no livro sagrado: Faça-se Luz! Faça-se!

Indica a ação inerente a cada verbo.

Pense antes de verbalizar algo, pois este algo poderá ser criado, assim foi criado o mundo e todas as coisas que há nele.

Lembre-se você foi criado à imagem do Criador.

Observe:
Disse Deus: Haja luz, e houve luz.
Depois disse Deus: Haja entre as águas um firmamento que separa águas de águas.
E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça a parte seca.

e assim, segue-se.

Observe ainda que o verbo cria e separa.

Use o seu verbo e separe para si aquilo que quer, que julga merecer.



terça-feira, 26 de julho de 2016

Silenciar


Pitágoras disse: Escuta e serás sábio. O começo da sabedoria é o silêncio.
 
Pois bem, no silenciar há mais palavras do que quando a proferimos.

No silenciar existe a resposta perfeita para algumas situações.

No silenciar repousa o medo de exposição.

No silenciar impera a sabedoria quando as palavras são inúteis.

No silenciar lembre-se que o corpo fala, os gestos dizem mais que as palavras.

Ler o silêncio é mais que oportuno quando se quer ouvir a resposta verdadeira.

No silêncio, e em silêncio se operam os grandes milagres do Criador.

O silêncio interno é o mais difícil meio de silenciar, pois, embora estejamos em silêncio externamente, há um turbilhão de pensamentos, uma conversa interna incessante.

No silêncio há as grandes descobertas, tanto internas como o autoconhecimento como as externas com as grandes invenções.

Silêncio é precioso, um método criativo que colabora com os impulsos da natureza.

Silenciar não significa calar, mas trazer à tona a arte de escutar e dela extrair todo o saber necessário para ser sábio.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Somos eternos aprendizes

Conscientizar-se do aprendizado é uma experiência a ser vivida com a certeza de que todo esforço há de ser recompensado.

Aprender é muito mais que desenvolver a capacidade para assimilar determinados conhecimentos.

Aprender significa guardar dentro de si o conhecimento aprendido e dele lembrar-se sempre que necessário.

Aprender é uma dádiva que poucos tem o poder de apreciar, já que muitos acreditam-se donos do conhecimento e tecem grandes ladainhas de conhecimento que sequer aplicam na própria vida.

Elevar-se ao grau de aprendiz é um grande avanço para a conquista do ideais nobres que permeiam ações voltadas para o engrandecimento do ser humano.

Conscientizar-se de que somos aprendizes apenas, requer a vontade de aprender, nada mais.

Trata-se de colocar-se à disposição para aprender, e tenha certeza o conhecimento chega das diversas fontes da natureza.

Seja um eterno aprendiz e a sabedoria será a recompensa que te guiará por caminhos inusitados.
 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Parabenizar


Parabenizar é ato que comporta a manifestação de apreço a algo ou à pessoa.

Parabenizar é momento de reconhecimento do trabalho e esforço que foi empregado na realização de um trabalho, de um sonho, de uma vivência, ou simplesmente, por existir.

Parabenizar é festejar com alegria um momento feliz de outro.

Parabenizar é aprender que a tudo se deve esforço para resultados favoráveis.

Parabenizar é cantar com alegria a conquista da vitória.

Parabenizar é marcar no tempo os fatos significativos que valorizam a vida.

Parabenizar é possibilitar que probabilidades de alegrias e motivos de festejo se renovem.

Parabenizar sempre o agora por estar recheado de boas coisas.

Parabenizar-se é muito mais importante que receber os parabéns.

Parabenize-se todos os dias pelas conquistas diárias lembrando dos detalhes que fizeram delas conquistas.

Parabenize-se e parabenize.

Parabéns!

O Life Coaching: Uma Jornada de Potencial e Realização

O life coaching é um processo transformador e profundamente pessoal, ancorado em fundamentos científicos da psicologia positiva, neurociên...