Proteger é o ato de amparar para que nada aconteça de mal a alguém ou alguma coisa.
A mãe por natureza protege o filho, a família e tudo que a cerca.
Mãe tem íntima relação com a natureza, a natureza nos protege nos dando o instinto, assim tem-se o instinto de preservação que nos avisa quando alguém mal se aproxima.
Pai palavra que inspira força e proteção, normalmente, associada à figura masculina, também nos remete ao poder.
Há outros protetores nas figuras de mestres sejam com conhecimento teórico ou prático, e ainda os que detém ambos conhecimentos.
Ainda, sobre a proteção tem-se a figura do Estado e nesse contexto a proteção não mais se encontra na esfera da natureza e instinto de preservação. Avança nesse sentido para o âmbito constitucional e obrigacional.
O Estado tem a obrigação de proteger o cidadão, não lhe dando migalhas, mas lhe garantindo o direito de usufruir o direito inerente a cada um, garantindo vida digna por meio de políticas públicas que sirvam de crescimento em todos os níveis e esferas, sem dependência.
Dessa forma, a proteção quando vinculada ao poder estatal deve estar presente em todas as áreas da sociedade, protegendo desde o empresário, o professor, o médico, o advogado, o aluno e assim por diante, permitindo que cada qual possa crescer em conhecimento, deixando de ser um número apenas que pode ser manuseado segundo as necessidades.
Ah!! pode-se escrever muito sobre o ato de proteger, porque vincula-se ainda com a responsabilidade de ser um ser humano e desempenhar o seu papel contribuindo para que todas as pessoas tenham uma vida digna.
Quando dividimos o que sabemos, não apenas multiplicamos a informação, mas também acendemos novas ideias, catalisamos a criatividade e impulsionamos o crescimento de forma exponencial, beneficiando a todos.
Quem sou eu
- olinda caetano garcia
- **Olinda Caetano Garcia** é advogada com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Direitos Humanos, Direito Social e Imobiliário. Reconhecida por sua atuação ética e combativa, dedica-se a promover a justiça social e a defesa dos direitos fundamentais. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em litígios e no assessoramento jurídico especializado, além de atuar em causas que envolvem o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades. Com sólida formação e habilidades em negociação e gestão de conflitos, Olinda alia conhecimento técnico a uma visão humanista, buscando soluções jurídicas que contribuam para um ambiente mais justo e inclusivo.
domingo, 26 de junho de 2016
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