Creio que você já tenha ouvido ou lido que você é a média das cinco pessoas com as quais convive. E, creio que se ouviu isso, deve ter-se perguntado em que são semelhantes.
Pois bem, tenho ouvido constantemente palestrantes e lido também que se quisermos saber a nosso respeito devemos observar o nosso redor, e as pessoas com as quais convivemos.
E, observando o nosso ambiente podemos imaginar a vida que vivemos, os sonhos que deixamos para lá, as vontades transformadas em vontades alheias, e o pior que se deixou de fazer muita coisa em função dessa forma de pensar que te nos une a esse círculo.
Bom, uma das coisas que observamos é que nem sempre quem está ao nosso lado torce por aquilo que queremos e que nos faz feliz.
Pior, ainda, é observar que se elas (as pessoas) não prosperam, se são frustradas, desanimadas isso se propaga e nos contagia, e quando queremos nos elevar, sair do círculo, nos puxam para baixo para que possamos ficar no mesmo nível.
Desanimadas ou sem impulso para subir se contentam em sua zona de conforto, porém, querem que fiquemos ali estagnados juntamente com elas.
Por isso, ao observarmos uma situação dessas, a solução é desligar-se, não precisa ser fisicamente, mas desligar-se e procurar os meios que nos proporcionam a elevação necessária para granjear o lugar que se aspira.
Perder tempo! Jamais!
Todo o tempo de vida deverá ser utilizado para gerar valor para a humanidade, o senso de utilidade é uma necessidade humana, assim, procurar os meios que nos proporcionam a aproximação com pessoas promissoras, prósperas, companheiras, é vital, e para isso assistam-se palestras, façam-se leituras instigantes, cursos de aprimoramento, participação em comunidades que tenham o mesmo objetivo.
Apenas soltar-se para viver o melhor e a natureza se encarregará de trazer as maravilhas e o reconhecimento reservados àqueles que deixam um legado à humanidade e são felizes.

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