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**Olinda Caetano Garcia** é advogada com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Direitos Humanos, Direito Social e Imobiliário. Reconhecida por sua atuação ética e combativa, dedica-se a promover a justiça social e a defesa dos direitos fundamentais. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em litígios e no assessoramento jurídico especializado, além de atuar em causas que envolvem o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades. Com sólida formação e habilidades em negociação e gestão de conflitos, Olinda alia conhecimento técnico a uma visão humanista, buscando soluções jurídicas que contribuam para um ambiente mais justo e inclusivo.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Medo e Aceitação


 O medo de se apresentar em público ou de se relacionar com um grupo ocorre com mais frequência do que imaginamos, os sintomas são sentidos e o impulso é fugir dessa situação.

Para muitos é simplesmente o resultado de timidez, contudo há estudos que identificam esse medo como fobia social.

Conforme estudos realizados a fobia social é uma síndrome que se caracteriza como uma dificuldade em conviver socialmente e pelo medo de se expressar publicamente.

Em regra, esse medo está relacionado com o medo do julgamento das outras pessoas e também de sua autocrítica, a pessoa julga-se inapta para aquela situação e que não consegue fazer nada certo acreditando que todos estão ali percebendo e sabendo isso dela.

Diante disso, necessário que se livre desse sentimento, dessa forma de pensar, somente sendo possível quando eliminar a autocrítica. Importante, reconhecer a humanidade que existe dentro de si e que por conseguinte os erros ocorrem como parte do crescimento, mais que isso entender que as relações são construídas na aceitação das pessoas como elas são e que a tolerância mantém os laços afetivos.

Apesar de ser a fobia social normalmente associada a falar em público, nem sempre assim se manifesta, podendo ser outras situações que gerem observação de outras pessoas, até mesmo pequenos diálogos como no supermercado, escolas, festas, trabalho.

De tudo isso, o que importa é identificar a situação em que o medo surge para tomar as providências necessárias para entendê-lo e eliminá-lo, nunca descartando a ajuda de um profissional.

domingo, 11 de setembro de 2016

E, então me diga: Como vai você?

Breves palavras sobre o dia Mundial de prevenção ao Suicídio, dia 10 de setembro, o motivo é alertar para os motivos que podem causar uma dor tão intensa que queira a pessoa abandonar a vida.

A dor de viver, para muitos é insuportável, e confesso que já pensei nessa dor de manter-se vivo, porém cheguei à conclusão que se trata muito mais de desafios diários que enfrentados carregam em si o melhoramento em todas as áreas.

Contudo, para muitos os desafios são invisíveis e em desalinho com a vida são ampliados por transtornos psíquicos, mentais, fobias, solidão, drogas, entre outras agravantes. E, não encontrando saída recorrem ao suicídio.

A pergunta é: Que dor é essa?

A Organização Mundial de Saúde apresenta dados que nos remetem a 800 mil mortes ao ano, e o alarmante que é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

Os indícios podem nos ajudar a identificar uma possível ação suicida. Em geral, as pessoas acometidas por esses sintomas, organizam as finanças, despedem-se de seus amigos e familiares, isolam-se, desfaz-se de seus bens, deixam de planejar o futuro.

A realidade nos mostra que no mundo que vivemos, apesar da tecnologia, muitas vezes uma pessoa sente-se só em meio a uma multidão, que o isolamento é grande pois deixa-se de conversar e olhar para o outro.

Por isso, deixo meu convite à você para começar com uma simples mudança, deixar de perguntar como vão as coisas, para perguntar: Como vai você?

E, então me diga: Como vai você?

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Essencialidade




O que se pretende registrar aqui é a essencialidade do momento político decisivo que vivemos. Por óbvio, vive-se à mercê de inúmeras e confusas informações que transbordam nas diversas mídias, diariamente, causando inconformáveis e justificáveis manifestações de desacordo e desconforto. Assim, imperioso retornar ao essencial para definir os parâmetros de atuação que se deseja para o futuro.
Pode até parecer incoerente, mas a distinção entre legal e legítimo se faz imprescindível. A afirmativa que toda a lei é legal, mas, nem toda a lei é legítima, soa aos nossos ouvidos como um jargão, no entanto, carrega em si uma carga de responsabilidade que traz a necessidade de um posicionamento.
Pois a legitimidade somente pode ser alcançada quando a sua fonte é legítima.
Portanto, a lei é legítima quando deriva de sua fonte primária, qual seja, o Povo, ao povo interessa leis justas que lhe garantam os direitos fundamentais de vida, liberdade e segurança, entre outros. Do povo emergem as ideias e as exigências diárias para o bem-estar.
As estatísticas demonstram e a história nos confirma que atravessamos uma época de conflitos internos e externos, tais conflitos são externalizados por novos paradigmas de bem viver, reconhecido está que cada ser é parte do meio, portanto, colocar-se de lado e não pertencer ao meio está fora de questão.
Época de grandes mudanças, e anseios advindos de todas as regiões de nosso País, nem pensar que “o gigante adormeceu”, os anseios do Povo permanecem latentes na busca de uma sociedade justa e solidária, e as ações do povo brasileiro refletem esse ideal de solidariedade.
Do Povo surgem os fatores reais de mudanças necessárias para forjar, e aqui no sentido de moldar, a legislação condizente com o Brasil que se busca.
O poder de legislar é outorgado pelo Povo, e somente ao Povo cabe escolher os seus representantes para atuar nos órgãos legislativos e serão estes legítimos a partir do instante em que autorizados pelo Povo possam refletir em seus atos a voz daqueles que os elegeram.
Valorizar o poder de escolha é essencial, reconhecer a competência para essa escolha é imprescindível. Em suma, o Povo é o próprio legislador.
Observe-se que a lei deve ser cumprida por todos, e principalmente, por aqueles que receberão a incumbência de confeccioná-las, o que deverá ocorrer de acordo com os processos fixados na Constituição Federal, e estas tem como destinatário cada cidadão brasileiro, sem exceção, incluindo aqueles que a elaboraram.
As leis que são impostas, vindas de cima para baixo, repousam na ilegitimidade e uma vez que estas se impõem acima de qualquer vontade do Povo, o resultado é violência. Pense nisso! Se há abusos paira a violência. A ordem abraça as livres opiniões, o nascimento de ideias. A ordem social que repousa na justiça não faz par com a prepotência do poder da força. O Poder é advindo do consenso popular e a Força é instrumento de coação quando não legitimado pelo Povo.
Para finalizar necessário valorizar-se como parte do todo, reconhecendo a sua individualidade, e saber que reside em cada um de nós, e aí me incluo, o direito de escolha.
Olinda Caetano Garcia
Advogada-Coach e Palestrante
(2014)

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Liberte-se a cada dia para viver melhor



Creio que você já tenha ouvido ou lido que você é a média das cinco pessoas com as quais convive. E, creio que se ouviu isso, deve ter-se perguntado em que são semelhantes.

Pois bem, tenho ouvido constantemente palestrantes e lido também que se quisermos saber a nosso respeito devemos observar o nosso redor, e as pessoas com as quais convivemos.

E, observando o nosso ambiente podemos imaginar a vida que vivemos, os sonhos que deixamos para lá, as vontades transformadas em vontades alheias, e o pior que se deixou de fazer muita coisa em função dessa forma de pensar que te nos une a esse círculo.

Bom, uma das coisas que observamos é que nem sempre quem está ao nosso lado torce por aquilo que queremos e que nos faz feliz.

Pior, ainda, é observar que se elas (as pessoas) não prosperam, se são frustradas, desanimadas isso se propaga e nos contagia, e quando queremos nos elevar, sair do círculo, nos puxam para baixo para que possamos ficar no mesmo nível.

Desanimadas ou sem impulso para subir se contentam em sua zona de conforto, porém, querem que fiquemos ali estagnados juntamente com elas.

Por isso, ao observarmos uma situação dessas, a solução é desligar-se, não precisa ser fisicamente, mas desligar-se e procurar os meios que nos proporcionam a elevação necessária para granjear o lugar que se aspira.

Perder tempo! Jamais!

Todo o tempo de vida deverá ser utilizado para gerar valor para a humanidade, o senso de utilidade é uma necessidade humana, assim, procurar os meios que nos proporcionam a aproximação com pessoas promissoras, prósperas, companheiras, é vital, e para isso assistam-se palestras, façam-se leituras instigantes, cursos de aprimoramento, participação em comunidades que tenham o mesmo objetivo.

Apenas soltar-se para viver o melhor e a natureza se encarregará de trazer as maravilhas e o reconhecimento reservados àqueles que deixam um legado à humanidade e são felizes.

O Life Coaching: Uma Jornada de Potencial e Realização

O life coaching é um processo transformador e profundamente pessoal, ancorado em fundamentos científicos da psicologia positiva, neurociên...