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**Olinda Caetano Garcia** é advogada com mais de 20 anos de experiência nas áreas de Direitos Humanos, Direito Social e Imobiliário. Reconhecida por sua atuação ética e combativa, dedica-se a promover a justiça social e a defesa dos direitos fundamentais. Ao longo de sua trajetória, destacou-se em litígios e no assessoramento jurídico especializado, além de atuar em causas que envolvem o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades. Com sólida formação e habilidades em negociação e gestão de conflitos, Olinda alia conhecimento técnico a uma visão humanista, buscando soluções jurídicas que contribuam para um ambiente mais justo e inclusivo.

domingo, 11 de setembro de 2016

E, então me diga: Como vai você?

Breves palavras sobre o dia Mundial de prevenção ao Suicídio, dia 10 de setembro, o motivo é alertar para os motivos que podem causar uma dor tão intensa que queira a pessoa abandonar a vida.

A dor de viver, para muitos é insuportável, e confesso que já pensei nessa dor de manter-se vivo, porém cheguei à conclusão que se trata muito mais de desafios diários que enfrentados carregam em si o melhoramento em todas as áreas.

Contudo, para muitos os desafios são invisíveis e em desalinho com a vida são ampliados por transtornos psíquicos, mentais, fobias, solidão, drogas, entre outras agravantes. E, não encontrando saída recorrem ao suicídio.

A pergunta é: Que dor é essa?

A Organização Mundial de Saúde apresenta dados que nos remetem a 800 mil mortes ao ano, e o alarmante que é a segunda causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

Os indícios podem nos ajudar a identificar uma possível ação suicida. Em geral, as pessoas acometidas por esses sintomas, organizam as finanças, despedem-se de seus amigos e familiares, isolam-se, desfaz-se de seus bens, deixam de planejar o futuro.

A realidade nos mostra que no mundo que vivemos, apesar da tecnologia, muitas vezes uma pessoa sente-se só em meio a uma multidão, que o isolamento é grande pois deixa-se de conversar e olhar para o outro.

Por isso, deixo meu convite à você para começar com uma simples mudança, deixar de perguntar como vão as coisas, para perguntar: Como vai você?

E, então me diga: Como vai você?

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